Frota de Robôs — Operação Autônoma do ERP
15 robôs em produção que operam o ERP sozinhos — fiscal, recebimentos, jurídico e infraestrutura.
- robôs autônomos em produção
- 15
- tribunais monitorados diariamente
- 91
- frentes de operação cobertas
- 4
Da dor ao resultado
Antes
Rotinas críticas dependiam de alguém lembrar de executá-las — e falhavam em silêncio quando a pessoa faltava.
Dezenas de rotinas críticas dependiam de alguém lembrar de executá-las: aprovar processos de pagamento, importar XMLs de notas, conferir publicações judiciais, cobrar fornecedores. Cada uma consumia horas por dia — e falhava em silêncio quando a pessoa faltava.
Pior: cada nova automação recomeçava do zero. A mesma autenticação de ERP, o mesmo tratamento de erro, o mesmo relatório por e-mail, reescritos toda vez.
Como · 1/4
Construí uma frota de 15 robôs em Python, organizados em quatro frentes: fiscal/financeiro, recebimentos, jurídico e infraestrutura. Cada um roda agendado — de daemons contínuos a jobs diários em horário fixo — com log de auditoria e relatório automático por e-mail.
Como · 2/4
Padronizei o que se repete entre eles: autenticação na API do ERP com renovação de token, deduplicação por hash, upsert idempotente, geração de PDF e notificação. Um robô novo herda essa base em vez de reinventá-la.
Como · 3/4
Os robôs de infraestrutura vigiam os outros: auditam as sessões ativas do SQL Server e verificam se o restore da réplica — do qual todos os pipelines dependem — continua de pé.
Como · 4/4
Desde agosto de 2026, parte da frota — a vigilância da réplica, a auditoria do banco e as aprovações de processos — passou a rodar dentro da Pandora, que deu a esses robôs estado persistente e execução auditável. Continuam sendo os mesmos 15; mudou quem os orquestra.
Depois
15 robôs em quatro frentes — fiscal, recebimentos, jurídico e infraestrutura — aprovam, importam, monitoram e reportam todos os dias, sem ninguém no caminho.
- 15
- robôs autônomos em produção
- 91
- tribunais monitorados diariamente
- 4
- frentes de operação cobertas
Como ler o diagrama
Quatro famílias de origem alimentam a mesma frota. Parte dos robôs age direto na API do ERP — lêem a réplica para saber o que fazer e executam; a outra parte persiste antes, com deduplicação por hash, e é daí que saem Ofícios e alertas. O banco desenhado como um só é uma simplificação: cada robô tem o seu.
Destaques técnicos
- 1 O robô de monitoramento judicial cresceu e virou plataforma própria — multi-cliente, com painel, API e 91 tribunais lidos toda madrugada. A história dele está no case Monitor Judicial.
- 2 Daemon de auditoria que captura as sessões e queries ativas do banco a cada 60 segundos e deduplica por hash SHA-256 calculado só sobre os campos estáveis: CPU e I/O ficam de fora, senão a mesma query em andamento entraria como evento novo a cada varredura.
- 3 Robôs fiscais que conferem notas contra processos, importam XMLs de NF-e e CT-e no ERP e mantêm o status de provisionamento correto por espécie de documento.
- 4 Cobrança escalonada de fornecedores e aviso de pendências pelo correio interno do próprio ERP — a automação fala a língua do sistema que a operação já abre todo dia.