AutoMgsWeb — Automação WhatsApp
Plataforma de disparo e automação de mensagens de WhatsApp integrada ao ERP.
- bancos de dados integrados
- 3
- idempotência por hash na fila
- SHA-256
Da dor ao resultado
Antes
Comunicação com clientes e parceiros feita à mão, sem padrão nem histórico centralizado.
A comunicação com clientes e parceiros era manual, sem padronização nem histórico centralizado.
Como · 1/3
Desenvolvi uma aplicação Flask que orquestra os envios pela API de WhatsApp, resolvendo o identificador correto do destinatário com cache, e cruzando dados de MongoDB, PostgreSQL e SQL Server (UAU).
Como · 2/3
Todo envio nasce de um gatilho de negócio real vindo do ERP — não é disparo em massa, é a operação avisando quem precisa ser avisado.
Como · 3/3
O sistema está no meio de uma migração deliberada: o scheduler embutido no app legado está sendo trocado por uma fila em PostgreSQL com scheduler e worker separados, e a nova fila garante idempotência por hash SHA-256. Os dois modos coexistem em produção enquanto a troca acontece.
Depois
Cada mensagem nasce de um gatilho real do ERP — não é disparo em massa, é a operação avisando quem precisa ser avisado.
- 3
- bancos de dados integrados
- SHA-256
- idempotência por hash na fila
Como ler o diagrama
Arquitetura poliglota: três bancos de naturezas diferentes convergem numa aplicação só. Entre a aplicação e o envio existem dois passos que a maioria pula — a fila, que impede reenvio, e a resolução do destinatário, sem a qual a mensagem some sem erro.
Destaques técnicos
- 1 Resolução do identificador do destinatário antes do envio, com cache — é o que separa a mensagem entregue da mensagem perdida no vazio.
- 2 Arquitetura poliglota: MongoDB (legado), PostgreSQL (fila nova) e SQL Server (ERP) na mesma aplicação.
- 3 Idempotência da fila por hash SHA-256: reprocessar um lote não reenvia mensagem para o cliente.
- 4 Migração incremental com os dois modos convivendo, em vez de uma reescrita de uma vez só num sistema que já está em produção.